domingo, 28 de agosto de 2011

Fatalidade ou acidente provocado?


 O governo do Estado vem querendo privatizar o bondinho de Santa Teresa ja algum tempo, a reforma feita pelo governo do Estado nos bondes em 2009, esquentou as discussões sobre a privatização do sistema sendo anunciada pela Secretaria de Transportes onde encontrou forte resistência contra a privatização. Em muitas janelas, foram penduradas faixas contra a investida do governo. Não só moradores, mas uma boa parte dos 116 funcionários do sistema da área operacional, que também é contrária a privatização, temem não só as demissões mas o fim dos bondes. Afirmam que a reforma dos trilhos ficou mal feita, a rede aérea está precária e os novos bondes não se adequam às curvas porque lhes falta mobilidade. Além disso, a nova tecnologia das composições requer reparos complexos, com os quais os mecânicos não sabem lidar.
Custo deficitário ou falta de investimento no setor?
O secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, disse que a concessão é uma tendência para o setor. Segundo ele, o governo não tem condições de continuar subsidiando o sistema que tem custo deficitário. Para ele, a concessão vai melhorar o serviço, atendendo bem moradores e turistas.

"Será que essas 
vitimas são do acaso?"
História
A Companhia Ferro-Carril de Santa Teresa, hoje conhecido como Bonde de Santa Teresa, é uma empresa de transporte de passageiros urbana criada em 1872.
Atualmente é a única linha de bonde em funcionamento em todo Rio, sobrevivendo ao fim do transporte em 1966.
Desde 2001, os bondes são operados pela Central, estatal responsável pelo transporte de passageiros com o objetivo de absorver as funções da extinta Flumitrens, administrando o restante da malha ferroviária de transporte de passageiros não privatizada do Estado do Rio (e, portanto, não assumida pela Flumitrens).

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