segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Decreto de Sérgio Cabral permitiu mais construções na Ilha Grande desde junho, mesmo com protestos
Embora não tenha relação com a tragédia na pousada Sankay, construída há 15 anos, um decreto do governador Sérgio Cabral, assinado em junho do ano passado (veja matéria de O Globo), permitiu, desde então, uma maior ocupação de áreas e construções na região da Ilha Grande, um dos locais da tragédia de Ano Novo. No município já são 46 mortos.
Pela decisão do governador, a legislação em vigor foi modificada e a região, dividida em quatro áreas diferentes de preservação ambiental. O artigo terceiro do decreto 41.921/09 mudou o grau de preservação das Zonas de Conservação da Vida Silvestre e muitas delas passaram a ser consideradas áreas edificantes (mansões, pousadas, casas de luxo, etc).
Esta modificação causou grande descontentamento nos ambientalistas e no comitê de defesa da Ilha Grande (veja acima) , que chegou a fazer um abaixo-assinado pelo o que considerou desapreço dos governador com a área ambiental. O abaixo-assinado já teve mais de 5 mil assinaturas. O deputados Alessandro Molon, em outubro, tentou sustar o decreto de Cabral, mas a medida não teve efeitos até agora.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

2 comentários:
Canage Vilhena para mim
mostrar detalhes 16:54 (1 hora atrás)
Leis municipais permitem a ocupação das encostas do Maciço da Pedra Branca e do Maciço da Tijuca, através dos PEUs de Jacarepaguá ( Tanque, Taquara e Freguesia) e das Vargens.
Esta leis permitem a construção de vilas, acima da cota 60,00 m.
Devemos lembrar que em 1996 uma tromba dágua, nas encostas destes maciços, fez o mesmo estrago que esta de Angra.
Na época morreram 60 pessoas na Cidade de Deus em consequencia do aumento do nível do Rio Grande.
Canagé.
Canagé, ISSO TAMBÉM É UMA VERGONHA! APROVEITANDO O BORDÃO DO CASOY.
“O jornalista deve ser um combatente, não um espectador”
José Carlos Mariátegui
Formadores de opinião sempre!
Renata Idalgo
Assessora de Imprensa
Postar um comentário